16.1.09

Vibramos em outra frequência? Talvez não

Será que realmente sería mais fa´cl faezr como todo mundo faz?
Ultimamente me vi pensando, seriamante, em desistir de nadar contra a corrente...
É, é dificil, ou ao menos se torna dificil... as escolhas costumava ser certas, agora não passam de erradas
O caminh era ensolarado, mas uma nuvem chegou e ficou, escureceu meu horizonte,
Dificlmente vejo o mar...
O mar...
O mar que antes trazia esperança, suas ondas costumavam me trazer a certeza q tudo que vinha, voltava, ou ao menos não ficava
Mas não existem mais ondas, e a calmaria que antes aqui estava, torna-se uma tormenta...
E tenho medo,
O medo é bom, ruim é o medo de ter medo!
E talvez nem seja tão bom... mas talvez seja...
não sei.
A madrugada, ela sim é uma boa companheira, nela dissolvo meus sentimentos, na solidão de um computador, frio, é, frio, mas talvez o amigo nos momentos em que só ele pode estar aqui...
Na verdade, para uma conclusão tudo pode ser bom ou ruim, e não necessáriamente nesse ordem...
A vida prega peças... as vezes nos pegamos afim de "conhecer melhor" pessoas que não devemos, estranho como isso ganha uma proporção maior do que deveria, sendo mesmo que impossivel e tentador, injusto e doloroso... ar... preciso de ar..
chuva...
a chuva volta a cair, fina, lenta, profunda....


cunfusão...

4 comentários:

Wânyffer Monteiro disse...

Nós somos simples bonecos marionetes no palco da vida. às ezes é horas de tomar vida, cortas as cordas e escolher seus próprios caminhos.

Poly Jomasi disse...

confusão... palavra íntima da humanidade. mas não teria a mesma graça se não existisse medo para superar, nem teria o mesmo gosto tentar e conseguir... talvez essas coisas tenham que acontecer para que a vida tome o rumo que deve tomar!

Danilo Castro disse...

Ultimamente ando vivendo mais a vida e parando um pouco de pensar no Amanhã, apesar de Ele estar sempre me vigiando para ter certeza de que estou cumprindo suas ordens, afinal, sou súdito do tempo. Às vezes até percorre rapidamente pela minha cabeça uma vontade de sair por aí correndo pelado em praças públicas, pichando muros, roubando livros, pregando peças nas muitas máquinas humanas que conheço. Mas aí vejo que a membrana que me envolve se enrijece um pouco, domina-me mais uma vez e ironiza sussurrando: “Calma, rapazinho. Onde você pensa que vai?”. É, definitivamente, sou uma maquininha também, se eu não for assim, como vou viver? É uma pena não poder se viver só de amor, de paixão, de poesia.

Raíssa Forte disse...

Recuso-me a silenciar minha mente. Fico feliz em saber q vc escreve sobre isso. Só queremos mostrar nossa asfixia.
bjs